Just Moments

Ai agente se pergunta oque é isso que sentimos?
Quero ter por perto, quero saber se está bem, vivo, inteiro… Oque anda fazendo, aonde foi, com quem foi. Quero falar todos os dias, e se não falo um, já sinto falta. Sinto falta de ver todos os finais de semana. Quero perto de mim!! Mais acima de tudo quero ver feliz. Independente de qualquer coisa, seja até sendo longe de mim… E aí pergunto, oque é sentir isso por outra pessoa?



“E o que importa você sabe, menina. É o quão isso te faz sorrir. E só.”

É incrivel como de repente entre pessoas que você se sentia muito avontade, e faziam você se sentir completa, da noite pro dia você se sente vazia perto deles, deslocada, fora daquilo. E você assiste a tudo de fora e pensa, “Acho que realmente não faço mais parte disso”.

Ai entra o tal poder de superação, que dessa vez não se faz tão presente assim. Será que realmente to tão fora assim, ou não to me permitindo estar dentro denovo?

(Source: lucianaalmeida)


E mais uma vez agente se surpreende na vida… E quem achamos que estaria do nosso lada pra sempre já não está mais! Mas é a vida!! Amizade pra mim não acaba da noite pro dia, mais se desgasta com as magoas… Infelizmente quando menos esperamos aquele acumulo de coisas que você tentou tanto segurar explode, e tudo se vai pelos ares. Sim, tudo se vai… Sinceramente eu cansei!! Tenho outros conceitos de amizade, e pra mim isso é sim importante. Posso ser tudo na vida, orgulhosa, mal educada, chata, o que for, menos egoísta, isso jamais fui! Não julgo meus amigos, pois sei que fiz e faço muitas coisas erradas, e ninguém melhor do que eles sabem do que faço! Enfim, sobraram poucos, muito poucos, mais esta foi a prova de que são verdadeiros. Sinceros!
Claro que é impossível esquecer tudo de bom que já passamos, tudo que já vivemos, nos amparamos e etc, tudo isso fica guardado com carinho, com amor, dentro do coração, em fotos pra quando bater saudade, em risos soltos sozinha quando a saudade for grande e a lembrança apertar. Mais eu cansei! Agora deixo tudo nas mãos do tempo, deixo o tempo levar, como diria Caio F. “o rio corre sozinho, não se pode força-lo”,  e é verdade. Deixo tudo naturalmente acontecer. Ainda acredito na força do tempo, na força da sinceridade. Amor não acaba da noite pro dia, não some enquanto agente dorme, o amor, ainda existe… Mais agente aprende a viver sem algumas coisas, do mesmo modo que aprendemos a viver com elas.



vitoriaewbank:

Eu vou deixar pra lá, fingir que esqueci, agir como se não importasse. O que é verdadeiro volta. E quem tem que ficar, fica. 

Caio Fernando Abreu



Existe pessoas que vão te marcar pro resto da tua vida.

(Source: entusiasme-se)



quesejadocesempre:

“Nada em mim foi covarde, nem mesmo as desistências: desistir, ainda que não pareça, foi meu grande gesto de coragem.”

CAIO F.



quesejadocesempre:

SOBRE CAIO FERNANDO ABREU.

Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu no dia 12 de setembro de 1948, em Santiago (RS). Jovem ainda mudou-se para Porto Alegre onde publicou seus primeiros contos. Cursou Letras na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, depois Artes Dramáticas, mas abandonou ambos para dedicar-se ao trabalho jornalístico no Centro e Sul do país, em revistas como Pop, Nova, Veja e Manchete, foi editor de Leia Livros e colaborou nos jornais Correio do Povo, Zero Hora, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo. No ano de 1968 — em plena ditadura militar — foi perseguido pelo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), tendo se refugiado no sítio da escritora e amiga Hilda Hilst, na periferia de Campinas (SP). Considerado um dos principais contistas do Brasil, sua ficção se desenvolveu acima dos convencionalismos de qualquer ordem, evidenciando uma temática própria, juntamente com uma linguagem fora dos padrões normais. Em 1973, querendo deixar tudo para trás, viajou para a Europa. Primeiro andou pela Espanha, transferiu-se para Estocolmo, depois Amsterdã, Londres — onde escreveu Ovelhas Negras — e Paris. Retornou a Porto Alegre em fins de 1974, sem parecer caber mais na rotina do Brasil dos militares: tinha os cabelos pintados de vermelho, usava brincos imensos nas duas orelhas e se vestia com batas de veludo cobertas de pequenos espelhos. Assim andava calmamente pela Rua da Praia, centro nervoso da capital gaúcha. Em 1983 transferiu-se para o Rio de Janeiro e em 1985 passou a residir novamente em São Paulo. Volta à França em 1994, a convite da Casa dos Escritores Estrangeiros. Lá escreveu Bien Loin de Marienbad. Ao saber-se portador do vírus da AIDS, em setembro de 1994, Caio Fernando Abreu retorna a Porto Alegre, onde volta a viver com seus pais. Põe-se a cuidar de roseiras, encontrando um sentido mais delicado para a vida. Foi internado no Hospital Menino Deus, onde faleceu no dia 25 de fevereiro de 1996.



thamaramemories:

25 de fevereiro, 15 anos sem o mestreCaio Fernando de Abreu

“Cuide, cultive, queira o bem. O resto vem.”


(Source: milpartesdemim)


O mais engraçado de tudo isso, é que ela guarda essa dor só pra ela. Ela quer juntar eles, ela vê que eles se gostam muito, e precisa ajudar, então ela ajuda, passa o dia todo falando que eles deveriam ficar juntos, e se sente bem por isso, são meus melhores amigos! Mais no fim de tudo ela para e olha pra tudo isso e sente a dor, um aperto, uma angustia, algo que ela não sabe bem explicar, e por mais que ela negue, isso tudo te faz mal, te machuca. E perguntam a ela - Você esta bem?! - E ela afirma com toda certeza do mundo - To sim, não se preocupe - Mais por trás do lindo sorriso imenso no rosto, ela chora escondida com medo de alguém saber que ainda dói. E sim, dói, mais passa. Sempre passa. Afinal o poder de superação dela é imenso, ela sabe disso.


quesejadocesempre:

 Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece…”

CLARICE LISPECTOR.

Via Então, que seja doce!
16
To Tumblr, Love PixelUnion